Enquanto as folhas Entrelaçados, Sob as folhas sigo, Brilhando a encruzilhada Voando, Que eu estava triste,
Do final de inverno
Douram a passagem
Encostado na moça
Encostada à parede
O rapaz invade
Íntimos sentimentos
Parecendo um.
Enquanto os carros brilhantes,
Desacatam meu pisar
Macio,
Neste fim de tarde.
Olho de gato,
Lépido, e tranqüilo.
Um ruído quebrado, atrás de mim
A imagem veloz do menino
Sob um velho skate
Se afasta.
Me traz, de volta a terra
Lembrando.
E queria chegar logo,
E jantar.
urbanidade escrito em quinta 04 setembro 2008 20:58
cidade escrito em terça 02 setembro 2008 18:24
Me aprendo então
De jeito infantil
De olho puro de viver
Esta foto limpa da cidade
Tua cidade
Feita de amigos
Pessoas decoradas
Em nome e lugar
Essa tua cidade brilha
Não tem muros
Nem trancas
É florida e linda
Essa cidade
Do teu coração.
E nesta cidade clara
Limpa, e iluminada
Em alegria e calor
Me acomodo
Não mais como turista
Mas como morador
o imperador escrito em segunda 25 agosto 2008 13:34
O imperador..
E quando a noiva, recolhe seu véu
De sobre casas e prédios
Descobre jardins
Mostrando o porto
O mar se abrindo
Aos operários, de novo
Para que o sol possa
Cumprir sua luz
Em plenitude,
E eu possa comandar
Minha cidade, de meu palácio sem janelas,
Feito de panos despercebidos
Entre estrada e montanha.
Mais tarde descerei
Para tomar impostos
Quem sabe para um café e um cigarro
Se não me derem tomarei.
A cidade acorda sua segunda feira
Eu? Imperador observo.
As vezes sinto falta de um banho
Mas se me limpar,
Como poderei governar?




Comentários