Vasculhe a casa
Busque seus tesouros
Velhos números de telefone
Quase esquecidos
Daquele amigo querido
Onde anda
O tempo nem lhe deu chance de saber
Ligue então
Homenageie-o com sua lembrança
E com a consciência de quanto
É importante pra você
Você vai ver como é milionário
riqueza escrito em segunda 19 fevereiro 2007 03:10
não sei porque escrito em segunda 19 fevereiro 2007 03:07
nó escrito em segunda 19 fevereiro 2007 03:05
Se por acaso
Ou ironia
O destino me condenou
A uma vida sem dono
Ou a posse de um grande amor
A vida, doce costureira.
Com calma e mágica precisão
Teceu uma colcha colorida
De retalhos de emoção
Que aquece
Guarda e alegra
Quem se aninha
A sua proteção
E se em momentos confusos
Muitas vezes
Sinto-me só
Acrescento mais um retalho
Prendo
Costuro
E dou um nó
benedicto escrito em segunda 19 fevereiro 2007 01:16
ó ser bendito,
és tu,
homem urbano,
que perdido na neblina
insólita deste progresso,(?)
humano, buscas,
no sujo do asfalto
o perfume da flor.
Extraindo do vento
úmido e longínquo
o sabor da goiaba,da pitanga,
de tua infância(?)
ou quem sabe?
da de teu avo
uma vez que,
vives do sabor enlatado
e da beleza de ontem,
fotografada e filmada.
velho jovem,
bendito sejas!
inventando poesia
dia a dia
dia a dia
dia a dia
pó & sia escrito em segunda 19 fevereiro 2007 01:14
ora?
bom dia!
amada
poesia
sem jeito
me sinto
diante
de ti
ora!
bom dia!
motor
de meu ser
meu oxigênio.
inútil
pensar
sem ti
viver.




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